fear (fɪə, fɪər)
noun.

1. feeling of distress, apprehension or alarm caused by the presence or imminence of danger or pain
2. cause of or a reason for this feeling
3. an extreme reverence or awe, as to a deity
4. concern; anxiety

 

verb.

1. to be afraid or frightened of
2. to be uneasy or apprehensive about
3. to consider probable; expect
4. to revere, respect or be in awe of (a deity, for example)

 

me·do

“Fear” foi uma das primeiras palavras que aprendi em Inglês. Lembro-me tão bem, há muitos anos atrás. Tinha uma t-shirt de cor salmão que dizia em letras grandes “No Fear”. Mal sabia eu que, anos mais tarde, o viria a experimentar tantas vezes, de todas as formas e feitios. Se há alguém que percebe de medo, sou eu.

O que fazer com o medo?

Podes ignorar, fingir que não o conheces, dizer a ti própria que não o sentes. E, assim, arriscas inconscientemente, não medes as consequências, magoas-te com frequência. E dói.

Podes permitir que te congele, que te deixe sem acção, que te leve à inércia. E, assim, foges de tudo e todos, passas pela vida como se nada fosse, sentes tudo pela superfície. E frustra.

Ou podes respeitá-lo, usar como bússola e permitir que te guie, sem que nunca te roube os sonhos. E, assim, segues seguro – mesmo sabendo que não sabes tudo – e saboreias a descoberta enquanto a vida desenrola. E cresces.

O medo é medo. E vai sempre ser. Mas se o alimentas, fica maior que tu e não te deixa viver.

Hoje é sexta-feira 13, aproveita para ser feliz.

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