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What would English Affair® be called, if it wasn’t English Affair®?

Hoje é fácil responder a esta pergunta, mas não o era há pouco mais de um ano.

Quando pensei neste projecto, sabia que queria uma relação aberta, uma ode à simplicidade, dizer não ao tradicionalismo excessivo que reprime e constrange. E queria o chá.

Sabia o que queria, só não sabia que nome lhe dar.

Listei várias opções, mas dois nomes – aqueles dois – faziam o meu coração bater mais rápido. Em 1º lugar estava “The Teabag Project” e eu, na minha ingenuidade, longe de lhe imaginar o outro sentido. Teabag, a sério? Existe um complexo mundo paralelo em qualquer língua.

Uns dias depois, uma amiga desabafava comigo sobre um affair seu que se estava a emaranhar mais do que devia, assemelhando-se cada vez mais a um compromisso. I thought to myself: affairs were not made to be complicated.

Como se chamaria o English Affair®, se não fosse English Affair®? Talvez nem existisse.

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